Prince of Persia
Como um jogo despretensioso, feito para uma plataforma tecnicamente ultrapassada e cheio de anacronismos, se transformou num sucesso tão duradouro e influenciou tanta gente? Gameplay, caro Watson.
Como um jogo despretensioso, feito para uma plataforma tecnicamente ultrapassada e cheio de anacronismos, se transformou num sucesso tão duradouro e influenciou tanta gente? Gameplay, caro Watson.
No episódio piloto do podcast do Pouco Pixel, discutimos por que gostamos de videogames antigos, limpamos o banheiro ouvindo podcasts, propomos uma nova língua portuguesa, lemos cartas imaginárias e fazemos cocô.
Encare punks de coletinho e botas lustrosas em cenários urbanos, fábricas, becos, numa jornada fascinante rumo ao bizarro templo egípcio que serve de esconderijo para a gangue inimiga.
Um jogo tão bom quanto esquecido, que vai além do tradicional nessa categoria tão batida do kart – não somente um joguinho de festa, mas um game de responsa para o jogador solitário.
Kunio ataca novamente – agora como protagonista de um jogo de futebol pra lá de estranho. Que tal uma Copa do Mundo com muita pancadaria e partidas em rinques de patinação?
Do Japão aos EUA: como Kunio, o esquentadinho, desistiu de brigar contra os bullies de seu colégio e se transformou num selvagem da noite do metrô de Nova York, inaugurando toda uma estética.
O fenômeno Master System. Como surgiu? Como conquistou o coração dos brasileiros? O que é footbag? E mais: a história da Dona Maroca, a senhora de 92 anos de Pirapora das Letras que viu pela primeira vez o mar. Hoje, no Pouco Pixel.
O jogo revolucionário que criou, ao mesmo tempo, os gêneros do beat’em up e do survivor horror – mesmo que o APOCALIPSE ZUMBI aqui retratado seja em versão festa-de-Chinatown.