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#163: A vida como ela é

Que salvar o mundo que nada! ⁠⁠⁠⁠Falamos sobre os jogos cujo grande objetivo é… viver uma rotina bem comum: ficar em casa, cuidar do cachorro, plantar, ler o jornal e até fazer cocô. Por que a vida real parece tão atraente nos video games se essa é justamente a nossa experiência fora deles? Por que títulos como “The Sims” e “Harvest Moon” fizeram tanto sucesso? E “Shenmue”?

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#162: Existe cultura gamer?

Tem cadeira gamer, gabinete gamer, teclado gamer, mouse gamer… e cultura gamer, tem? ⁠⁠⁠⁠Conversamos sobre o “gamer”, seja ele percebido ou real. Entre os jogadores, existe uma identidade comum que vá além dos jogos em si? Estilo de vida? Linguagem? Gosto por luzes coloridas? E… o que a extrema direita tem a ver com tudo isso?

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#161: Coma minhas calças!

Ficou tão grande que ficou impossível de cancelar – e parar de lançar jogos. ⁠⁠⁠⁠Falamos sobre “Os Simpsons”, o desenho que está há 37 anos no ar e quase esse tempo todo estampando video games. Como acontece em títulos de franquias famosas, nenhum jogo dos Simpsons é verdadeiramente bom. Mas acompanhar a trajetória da família amarela de quatro dedos nos consoles (e nos fliperamas) é um exercício fascinante de historiografia de video games. Plataforma era a moda? Tem dos Simpsons, aos montes. Arcade é beat’em up? Joga dos Simpsons então! Mini game? Mini golf? Luta livre? Clone do “Crazy Taxi”? Do GTA”? No que você pensar… os Simpsons vão estar lá!

sofrimento

#160: O zen do sofrimento

O que era regra virou exceção cult. ⁠⁠⁠⁠Tivemos um papo difícil sobre jogos… difíceis. Se antes video game era sinônimo de dificuldade, hoje ela está restrita a um gênero especial: o masocore. O que aconteceu de lá para cá? O que define o gênero? Os jogos de arrancar os cabelos do Nintendinho eram masocore? O que separa os jogos-paródia das séries “Souls” e “Hollow Knight”?

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#159: Quer pagar quanto?

O que parecia ser a revolução dos video games se transformou em um pesadelo de negócios – e de relações públicas também. ⁠⁠Debatemos o drástico aumento (no Brasil, de 100%) do Game Pass e nos perguntamos: jogo por assinatura dá pé? Para tentar responder, uma olhadinha nos números: como a indústria dos video games tem se sustentado historicamente? O que dá mais dinheiro, console ou jogo? E como os jogos se mantiveram relativamente baratos mesmo quando ficaram tão proibitivamente caros de se desenvolver?

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#158: Isso pertence a um museu!

Resolvemos fazer a arqueologia do arqueólogo mais famoso do mundo: Indiana Jones! Falamos sobre cinema, é claro, mas falamos mais ainda sobre video game. E tem muito jogo para comentar: Indiana Jones é presente em arcades, computadores e consoles desde 1982, e nunca mais saiu de cena, nem mesmo durante o longo período em que novos filmes não eram mais produzidos. Como as novidades trazidas pela série foram refletidas nos jogos? O que significa “se sentir o Indiana Jones”? E o “Grande Círculo” é legal mesmo?

bolapixel

#157: Confira comigo no replay!

Carro e jogo de esporte, todo ano tem um modelo novo. Mas tem gente que prefere jogar as versões antigas. Pra sempre. ⁠⁠Conversamos sobre as cenas cada vez maiores e mais numerosas de jogos de esporte retrô. Vão desde o atualizadíssimo Bomba Patch, que roda até no PlayStation 2, até a galera que prefere o Grand Prix, de 1991, a qualquer jogo novo licenciado da F1. Por que esse fenômeno acontece? O que os games antigos têm que os novos não têm? E, afinal, por que jogamos video game de esporte?

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#156: O que está acontecendo com a atual geração de consoles?

Bobeou e estamos falando de jogo novo! Tentamos entender o que está fazendo da atual geração de consoles – representada por PlayStation 5 e pelo Xbox Series – tão vazia de grande lançamentos “Triple A”. Das dezenas de jogos famosos de Xbox 360 e PlayStation 3, agora temos que esperar anos para ver, com alguma sorte, um título novo realmente chamativo. Por que produzir jogos ficou tão caro, complicado e demorado? O que mudou primeiro: a estratégia dos estúdios ou o comportamento do consumidor? A culpa é do Switch… ou da internet?