cemiterio

#164: Cemitério de franquias

Era pra ser um sucesso duradouro, mas foi só uma febre de verão. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠Falamos sobre as franquias que pareciam franquias mas nunca viraram franquias apesar de serem franquias. Quer dizer, sobre jogos que tinham tudo para terem continuações infinitas mas que morreram depois de um ou dois jogos. Por quê?

vidareal

#163: A vida como ela é

Que salvar o mundo que nada! ⁠⁠⁠⁠Falamos sobre os jogos cujo grande objetivo é… viver uma rotina bem comum: ficar em casa, cuidar do cachorro, plantar, ler o jornal e até fazer cocô. Por que a vida real parece tão atraente nos video games se essa é justamente a nossa experiência fora deles? Por que títulos como “The Sims” e “Harvest Moon” fizeram tanto sucesso? E “Shenmue”?

gamer

#162: Existe cultura gamer?

Tem cadeira gamer, gabinete gamer, teclado gamer, mouse gamer… e cultura gamer, tem? ⁠⁠⁠⁠Conversamos sobre o “gamer”, seja ele percebido ou real. Entre os jogadores, existe uma identidade comum que vá além dos jogos em si? Estilo de vida? Linguagem? Gosto por luzes coloridas? E… o que a extrema direita tem a ver com tudo isso?

simpsons

#161: Coma minhas calças!

Ficou tão grande que ficou impossível de cancelar – e parar de lançar jogos. ⁠⁠⁠⁠Falamos sobre “Os Simpsons”, o desenho que está há 37 anos no ar e quase esse tempo todo estampando video games. Como acontece em títulos de franquias famosas, nenhum jogo dos Simpsons é verdadeiramente bom. Mas acompanhar a trajetória da família amarela de quatro dedos nos consoles (e nos fliperamas) é um exercício fascinante de historiografia de video games. Plataforma era a moda? Tem dos Simpsons, aos montes. Arcade é beat’em up? Joga dos Simpsons então! Mini game? Mini golf? Luta livre? Clone do “Crazy Taxi”? Do GTA”? No que você pensar… os Simpsons vão estar lá!

sofrimento

#160: O zen do sofrimento

O que era regra virou exceção cult. ⁠⁠⁠⁠Tivemos um papo difícil sobre jogos… difíceis. Se antes video game era sinônimo de dificuldade, hoje ela está restrita a um gênero especial: o masocore. O que aconteceu de lá para cá? O que define o gênero? Os jogos de arrancar os cabelos do Nintendinho eram masocore? O que separa os jogos-paródia das séries “Souls” e “Hollow Knight”?

pagarquanto

#159: Quer pagar quanto?

O que parecia ser a revolução dos video games se transformou em um pesadelo de negócios – e de relações públicas também. ⁠⁠Debatemos o drástico aumento (no Brasil, de 100%) do Game Pass e nos perguntamos: jogo por assinatura dá pé? Para tentar responder, uma olhadinha nos números: como a indústria dos video games tem se sustentado historicamente? O que dá mais dinheiro, console ou jogo? E como os jogos se mantiveram relativamente baratos mesmo quando ficaram tão proibitivamente caros de se desenvolver?

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#158: Isso pertence a um museu!

Resolvemos fazer a arqueologia do arqueólogo mais famoso do mundo: Indiana Jones! Falamos sobre cinema, é claro, mas falamos mais ainda sobre video game. E tem muito jogo para comentar: Indiana Jones é presente em arcades, computadores e consoles desde 1982, e nunca mais saiu de cena, nem mesmo durante o longo período em que novos filmes não eram mais produzidos. Como as novidades trazidas pela série foram refletidas nos jogos? O que significa “se sentir o Indiana Jones”? E o “Grande Círculo” é legal mesmo?

bolapixel

#157: Confira comigo no replay!

Carro e jogo de esporte, todo ano tem um modelo novo. Mas tem gente que prefere jogar as versões antigas. Pra sempre. ⁠⁠Conversamos sobre as cenas cada vez maiores e mais numerosas de jogos de esporte retrô. Vão desde o atualizadíssimo Bomba Patch, que roda até no PlayStation 2, até a galera que prefere o Grand Prix, de 1991, a qualquer jogo novo licenciado da F1. Por que esse fenômeno acontece? O que os games antigos têm que os novos não têm? E, afinal, por que jogamos video game de esporte?