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#169: Futurologia do passado

Game design mudou muito dos anos 80 e 90 até os dias de hoje. Gêneros deixaram de existir, outros foram criados; nada é muito igual ao que já foi. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Resolvemos nos enveredar em linhas temporais alternativas para responder a uma pergunta impossível: como seriam os jogos do passado se tivessem sido criados em 2026? Tudo viraria roguelike e mundo aberto? Mais ainda: atualizados, os jogos que amamos há mais de 30 anos seriam os mesmos?

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#168: Roguelike, roguelite

Se o jogo te mata sem dó, te coloca em fases criadas aleatoriamente e privilegia escolhas bem diretas ao invés de destreza manual, pode ter certeza: trata-se de um roguelike, um gênero dos anos 1980 que, de repente, voltou à moda. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Conversamos sobre o gênero, suas origens e sua tendência a se hibridizar com todos os outros, de RPG a beat’em ups. Por que a mania atual? O que diferencia um roguelike de um roguelite? “7a0” é um roguelite?

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#167: Video game da era de ouro

Tem a era de ouro dos quadrinhos, do cinema, do rádio… por que não do video game? ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Conversamos sobre o que define a “era de ouro” de uma arte e tentamos aplicar esses limites e definições aos video games. Era de ouro é a época dos pioneiros? Ou dos clássicos? Ou dos melhores? Ou… tudo isso junto? Se você fosse definir uma era dourada dos games, qual seria?

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#166: Emulador, traidor?

O que é um jogo? Uma pilha miserável de bits e silício? Ou uma ideia? ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Pegamos o gancho dos emuladores e engatamos um papo pra lá de filosófico sobre video games. Jogos têm forma definitiva na maneira como eles aparecem nos video games para os quais foram destinados? Emuladores precisam necessariamente ser o mais próximos possíveis do console? E se quiserem melhorar os jogos antigos – podem ou não?

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#165: Conexão Leste-Oeste

Japoneses fazendo jogos para agradar americanos. E nós, no meio do caminho. Ninguém entendendo nada. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Falamos sobre jogos que ficam perdidos na tradução – metaforicamente, mas literalmente também – entre o Japão e o ocidente. Ninjas duelando com boxeadores em bares nova-iorquinos, samurais de metralhadora, colegiais que viram membros de gangues… nada faz sentido, mas tudo é fascinante. Michael Jackson era um ninja?

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#164: Cemitério de franquias

Era pra ser um sucesso duradouro, mas foi só uma febre de verão. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠Falamos sobre as franquias que pareciam franquias mas nunca viraram franquias apesar de serem franquias. Quer dizer, sobre jogos que tinham tudo para terem continuações infinitas mas que morreram depois de um ou dois jogos. Por quê?

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#163: A vida como ela é

Que salvar o mundo que nada! ⁠⁠⁠⁠Falamos sobre os jogos cujo grande objetivo é… viver uma rotina bem comum: ficar em casa, cuidar do cachorro, plantar, ler o jornal e até fazer cocô. Por que a vida real parece tão atraente nos video games se essa é justamente a nossa experiência fora deles? Por que títulos como “The Sims” e “Harvest Moon” fizeram tanto sucesso? E “Shenmue”?

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#162: Existe cultura gamer?

Tem cadeira gamer, gabinete gamer, teclado gamer, mouse gamer… e cultura gamer, tem? ⁠⁠⁠⁠Conversamos sobre o “gamer”, seja ele percebido ou real. Entre os jogadores, existe uma identidade comum que vá além dos jogos em si? Estilo de vida? Linguagem? Gosto por luzes coloridas? E… o que a extrema direita tem a ver com tudo isso?