#17: Senta que lá vem o storytelling
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Jogo é jogo, cenário é cenário, história é história… mas desde muito cedo percebeu-se que jogos eletrônicos poderiam ficar melhores – mais fáceis, mais envolventes, mais motivadores – se envolvessem algo além de pura jogabilidade. Adriano Brandão e Danilo Silvestre tentam descobrir quando e por quê o fenômeno do storytelling surge nos videogames. As historinhas que colocam nos jogos são boas ou desajeitadas? Os games atuais valem por suas narrativas ou pelo gameplay? Afinal, faz sentido modo de história em jogo de boxe?
00:00:52 – Senta que lá vem o storytelling
01:01:35 – Debate de bolso
01:22:54 – Cartinhas
01:31:30 – Extras do diretor
BREAKING NEWS: o Debate de Bolso agora tem podcast próprio! A mesma discussão sobre temas aleatórios, no conforto de um feed separado, todas as quintas. Confere lá: debatedebolso.com!
Os famosos links no post
- Posts relacionados: “Pelé’s Soccer“, “Pac-Man“, “H.E.R.O.“, “River Raid“, “Super Mario Bros.“, “Renegade“, “Double Dragon“, “King of Boxer“, “Mike Tyson’s Punch-Out!!“, “GTA“, “Harvest Moon“, “Leisure Suit Larry“, “The Legend of Zelda“, “Ninja Gaiden“
- Conglaturation!!! (E mais telas de jogos japoneses escritas em engrish. Ou, de repente, welcome to die!)
- “Os selvagens da noite” + “O enigma da piramide” = fase final de “Double Dragon”
- O que é um MacGuffin?
- Leia o livro!
Groselhas
- “Tennis for Two“, o primeiro video game da história, usa um osciloscópio de laboratório, e não um radar; isso acontece porque foi criado num laboratório mesmo, e não na Força Aérea ou algo do tipo
- O nome do chefe final de “Double Dragon” é Willy. Jeff é o nome que aparece, por engano, no manual do jogo em sua versão para Master System
- O filósofo francês Pierre Lévy participou do Roda Viva em 2001; seu conterrâneo, o sociólogo Pierre Bourdieu, nunca foi entrevistado lá. Já o pensador italiano Domenico de Masi foi três vezes ao programa, duas em 1999 e outra em 2013
Em busca do jogo perdido
Recorda-se vagamente de um game importante para você, mas não consegue se lembrar do nome? Pergunte para gente! Se não soubermos – bem provável -, seu pedido irá para uma lista permanente aqui no blog.
Conhece um dos jogos perdidos? Comente abaixo e ajude a construir um mundo melhor!
- Não um jogo, mas um propaganda: alguém teria um registro do primeiro comercial do Mega Drive no Brasil, no qual aparecia, com destaque, “Altered Beast” e suas transformações?
- Este é diferente: procura-se um famiclone (um console pirata que roda jogos de NES) preto, redondo e com controles que lembram o do Mega Drive. Achamos que é o Dreamstation? Será?
- Procura-se um jogo de plataforma para o NES, meio monocromático, protagonizado por um fantasminha que muda de forma. Recompensa imediata
- Procura-se o abandonware de um point-and-click adventure para PC chamado “The Masters of Dimensions“, de 1996, na versão legendada em português publicada pela BraSoft. Alguém aí tem o CD?
Procura-se uma batalha de tanques em uma arena, provavelmente no PlayStation 1 ou do Mega Drive. Criança doenteSerá que não é “Granada”, do Mega Drive, ou “Assault Rigs”, do PlayStation 1?- Procura-se um jogo estilo “Daemon’s Crest“, com um personagem que muda a cada fase e enfrenta chefões imensos. Paga-se bem
O som do episódio
Final Fantasy!
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Ótimo podecast como sempre.
Vocês só não falaram sobre as cute-scenes “jogadas”, os click times events.
Vou deixar minha análise do Braid
http://steamcommunity.com/id/williverson/recommended/26800/
Danilo, Adriano me falem opinião ;x
Abraços
Eu vejo a história mais como um complemento aos jogos, não é algo vital, mas é um adicional. No citado Gears of War por mais que o enredo seja fraco, sem ele ficaria meio repetitivo e logo os jogadores iram se questionar “mas pq eu to matando esses bichos?” (vide o exemplo de Destiny, cuja as mecânicas por mais fluidas que sejam não conseguem segurar o jogo por completo).
No caso dos NBA 2ks o grande lance da história é a imersão de você poder criar um jogador com suas características, na posição que costuma jogar e ter a emulação de ser um jogador da NBA. Acompanho mais fielmente a série desde o 2k12, achei interessante as implementações nesse sentido, como entrevistas com GMs, as respostas dadas na coletiva pós jogo interferir no gameplay e até criaram um Twitter!
Quanto ao debate de bolso concordo com o que foi dito, mas quanto os canais de TV não poderem fazer propagandas para criança, pelo menos na TV por assinatura isso não procede, quem assiste Discovery Kids sabe muito bem a quantidade de produtos da Mattel e de parques que eles anunciam, algo surreal.
No mais, mais um excelente cast.
Acho que uma coisa interessante de ser pesquisada e discutida é a presença de pessoas que gostam e sabem contar história no mundo dos video games. Imagino que os primeiros game designers eram especialistas em programação, uma área que não é tradicionalmente conhecida por gerar grandes contadores de histórias. Com o tempo a indústria cresceu e as equipes hoje são enormes, mas qual é o espaço, liberdade e poder de decisão de um roteirista no desenvolvimento de um jogo? Aliás, os jogos costumam ter um ou mais roteiristas que não se envolvem com nada de programação, apenas narrativa? Não sei a resposta disso, espero que vocês possam ajudar.