Grim Fandango
A última tentativa da LucasArts no campo dos point-and-clicks, tentando inserir sangue novo num gênero estigmatizado, é uma das histórias mais divertidas e contundentes que os videogames já viram
A última tentativa da LucasArts no campo dos point-and-clicks, tentando inserir sangue novo num gênero estigmatizado, é uma das histórias mais divertidas e contundentes que os videogames já viram
Indo na contramão dos jogos da época, “NBA Jam” é a prova de que uma jogabilidade impecável é sempre preferível a gráficos realistas ou simulações complexas.
Uma premissa simples, um mínimo de ingredientes e jogabilidade irresistível fazem de “H.E.R.O.”, da Activision, um dos jogos mais fascinantes do Atari 2600.
Um macaco de sombreiro e maracas numa versão nipônica do carnaval carioca acabou mudando para sempre nossos conceitos sobre periféricos nos videogames – e abrindo caminho para a dominação do Wii
“FIFA 98”, o jogo que levou a insuportável perfeição aos videogames de futebol. A partir dele, só o esporte real – ou algo ainda melhor.
Areia, gasolina, um nome interminável e um valioso conselho para a vida: este é “Super Off Road”, o maior jogo de mini carros da história.
Estratégia em tempo-real, o mais nerd dos gêneros do videogame, se casou com a Guerra Fria, o mais pop dos períodos históricos, e teve um lindo filhinho: “Command & Conquer: Red Alert”.
Ainda influente, “Alone in the Dark” é uma aula de como criar medo através da fragilização dos personagens e de inimigos desafiadores – e um monte de mortes instantâneas.