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#154: Crítica e autocrítica

No princípio era o jogo. Depois veio o verbo. Quase tão natural quanto pegar o joystick e jogar, é falar. Refletimos hoje não sobre video games, mas sobre o que se diz sobre video games. Cabe nesse universo uma abordagem diferente da tradicional, apoiada em promoção, serviço e entretenimento? Veículos profissionais, que dependem das empresas que criticam para sobreviver, conseguem ser isentos? Amadores, que fazem tudo por hobby, conseguem manter seus trabalhos? E o Pouco Pixel?

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#153: Isso só o video game faz pra você

Ah, video game é só mais uma diversão, tipo qualquer brincadeira. Será? Tentamos encontrar aquele “algo” que torna o video game único e especial: dá ou não dá pra substituir os jogos eletrônicos por outros tipos de entretenimento sem perder nada? O que os video games têm que cartinhas, tabuleiros, esportes e até mesmo a arte não têm?

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#152: Caminho Suave

Existe um jeito certo de se mostrar video games para alguém não habituado? Conversamos sobre a nobre arte de introduzir essa mídia para três públicos bastante diferentes: crianças, jovens que só conhecem video games modernos e adultos que nunca jogaram. Ataris e Nintendinhos funcionam com crianças pequenas ou mesmo millenials? Como convencer um adulto reticente de que video game é uma expressão interessante? Existe um cânone gamístico?

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#151: Losers, parte 2

Só há vencedores se existirem perdedores. Recontamos a história dos video games do ponto de vista dos consoles derrotados nas batalhas pelo mercado. O destaque desta vez é o mundo pós-PlayStation: como a Sony passou de novata para líder absoluta do mercado em tão pouco tempo? O que Nintendo e Sega fizeram ao se verem transformadas subitamente em grandes perdedoras? Por que a Microsoft resolveu entrar em um mercado tão cheio?

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#150

Quatro anos, cinco temporadas e 150 episódios! Quem diria? Para comemorar, resolvemos homenagear as seções extintas do podcast, criando um episódio só com elas. Sim, não há tema no podcast de número 150! Os protagonistas aqui são os coadjuvantes das temporadas passadas: os rankings do High Five, os duelos do Telecatch, os assuntos aleatórios do Debate de Bolso e as cartinhas dos queridos ouvintes. Cartinhas? Cartinhas, cartinhas!

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#149: Meu teflon

Sabe aquela coisa de que todo mundo gosta mas que por algum motivo não gruda em você de jeito nenhum? Decidimos profanar vacas sagradas e listar nossos “teflons” video gamísticos: que jogos unanimemente incensados não fazem nossas cabeças? Há motivos, fora birra e hipsterismo? E… por que esses jogos se tornaram vacas sagradas, para início de conversa?

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#148: Ascensão e queda dos adventures

Pegue! Empurre! Use! Olhe! Nunca o imperativo foi tão útil quanto nos lendários jogos de adventure – sejam eles somente de texto, gráficos ou point-and-click. Visitamos o mundo de aventura e exploração de jogos como “Maniac Mansion”, “King’s Quest” e “Monkey Island” e tentamos decifrar dois mistérios aparentemente antagônicos: o que tornou esse gênero um sucesso tão grande no início dos anos 90, e o que fez ele sucumbir logo em seguida?

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#147: Losers

Só há vencedores se existirem perdedores. Recontamos a história dos video games do ponto de vista dos consoles derrotados nas batalhas pelo mercado. Alguns deles são até hoje queridos, como o Master System, outros foram quase totalmente esquecidos, como o Intellivision e o CD-i. Qual a importância desses video games para a evolução da mídia? Que fatores os levaram à bancarrota? Por que o mercado de jogos eletrônicos tende naturalmente à concentração?