Pouco Pixel Últimos conteúdos

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#38: Não quero jogar de novo!

Existem a história, a memória e a decepção. Tentamos entender por que jogos que pareciam tão incríveis em suas épocas são simplesmente intragáveis hoje em dia. Simplicidade de proposta é o segredo da eterna juventude? Por que “Konami’s Soccer” envelheceu melhor que o muito mais avançado “FIFA International Soccer”? O que torna um jogo imortal? E, claro, fica a recomendação: para não estragar boas lembranças, melhor não jogar de novo!

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#37: A hora e a vez do video game de bolso

Saímos de video games de salão, passamos para video games de mesa e chegamos a video games de bolso! Destrinchamos o fenômeno dos jogos portáteis, do Tetris-de-rodoviária até o iPhone, e tentamos entender: o destino manifesto dos games é realmente a jogatina individual? O que faz um bom handheld é tecnologia de ponta ou uma experiência única? Por que a Sony demorou tanto para entender esse mercado? Aquaplay é video game?

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#36: A era do shareware

Sharing is caring! Homenageamos o período em que copiar jogos para os amigos não era pirataria, mas um favor aos produtores: a era do shareware. No início dos anos 90, a cena PC gamer explodiu com novidades técnicas e com o modelo de distribuição digital de jogos – até hoje sentimos os efeitos dessas revoluções. Quanto tempo demorava para baixar “Doom”? “Wolfenstein 3D” era realmente 3D? Sério mesmo que as pessoas enviavam cheques pelo correio para comprar coisas?

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#35: Feat. “featuring”

Recebemos neste episódio um convidado muito especial: a “participação especial”! Lembramos todas as vezes em que uma celebridade – ou um marca! – apareceram nos video games, para o bem e para o mal. É justo colocar o nome de alguém famoso em um jogo qualquer, só para promovê-lo? E quando pagamos preço cheio num game que, na verdade, era pura propaganda? Quando termina a jogabilidade e começa o marketing descarado? Beba Pepsi!

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#34: Classe, ordem, família, gênero, espécie

Feliz ano novo! Começamos a segunda temporada do Pouco Pixel direto na aula de biologia: vestimos perucas de Lineu e encaramos o desafio de classificar jogos. “The Legend of Zelda” é action-RPG ou action-adventure? Corrida é esporte? O que diferencia um puzzle de um adventure é só a historinha? E, afinal, qual a ligação entre “Mike Tysons Punch-Out!!” e “Space Channel Five”?

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#33: Battletoads vs. Shenmue

Não poderíamos encerrar a primeira temporada do Pouco Pixel sem resolver uma questão primordial: qual é o maior jogo de todos os tempos, “Battletoads” ou “Shenmue”? Jogamos um Super Trunfo de dimensões épicas, usando os universalmente aceitos critérios da revista Ação Games para decidir, de uma vez por todas, qual rei será coroado em nosso season finale. Emoção. Aventura. Drama. Humor. Pouco Pixel.

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#32: Há muito tempo, em um video game distante

Embarcamos no trem do hype: como resistir à onda de “Star Wars”, talvez o maior ícone da cultura pop? Relembramos todos os milhares de video games baseados na space opera de George Lucas – er, talvez nem todos. Os jogos são bons ou valem apenas pelas referências ao universo? Existe uma versão “Star Wars” para cada game de sucesso? Principalmente: por quê cargas d’água a LucasArts, justo ela!, não fez um adventure point-and-click de Luke Skywalker e sua turma?

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#31: F*da pacarai

É impossível ficar indiferente a um jogo difícil: você o odeia, mas quando consegue vencê-lo nenhum amor pode ser maior. Tentamos entender o por quê de gostarmos tanto de desafios tão complexos e respondemos: todos os jogos fodas nascem iguais? “Ninja Gaiden” é muito bom ou é virtualmente quebrado? Game designers são sádicos ou ladrões? Você já foi a um matsuri?