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10 Anos #1: O Estado da União

Dez anos depois, o que mudou no cenário retrogamer? O que significava o movimento de recuperação e revalorização dos video games antigos em 2015… e o que significa tudo isso agora? Os avanços da tecnologia tornaram a vida do retrogamer mais fácil, certamente. Mas a que custo? Qual foi o impacto da entrada de milhares, milhões de pessoas no hobby? Vivemos em um mundo melhor ou pior que o de 2015?

Cover Cartinhas

Fora do Jogo: Video game e cartinhas!

Depois da gente falar a temporada inteirinha, agora é a hora da gente… ouvir! Chegou o episódio de cartinhas (cartinhas? cartinhas!), o momento em que você, ouvinte, conta pra gente o que você achou da série, dá pitacos, faz perguntas, fala o que você quiser! Afinal, tudo isso aqui é feito pra vocês! Mas antes… um rápido apanhado final: 12 episódios depois, a que conclusões chegamos? O que a relação dos video games com a sociedade revela, tanto sobre video games, como sobre a sociedade?

Capa12

Fora do Jogo #12: Video game e gênero

Video game é coisa de menino? Quem disse? Video games herdaram toda uma cultura de exclusão que remete ao século 19: jogos de tabuleiro e esportes eram vistos como atividades masculinas. Quando o Nintendinho foi lançado, acabou parando na seção de brinquedos para meninos. Com o tempo, o gap de gênero só ficaria mais e mais aprofundado. Como mulheres são representadas nos jogos e na mídia especializada? Algo mudou de lá pra cá? O que foi o gamergate? Como combater a misoginia do ambiente gamer?

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Fora do Jogo #11: Video game e política

Tudo é política; video game também. Não demorou muito para que jogos fossem incorporados ao discurso dos agentes políticos da sociedade: legisladores, juízes, educadores, religiosos, jornalistas, eleitores. Nos primeiros anos, video games eram fontes inesgotáveis de pânico moral para políticos loucos por atenção; depois, gamers viraram os queridinhos dos extremistas. O que mudou de lá pra cá? O que há de político no ato de jogar?

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Fora do Jogo #10: Video game e sexo

Por essa você não esperava: sexo e video games são conectados desde os primeiros arcades dos anos 1970. Por essa você esperava: não existe manifestação cultural humana em que não haja sexo. A evolução do público dos video games – de adultos em bares para crianças em lares – transformou a sexualidade em jogos em tabu. Com o tabu, vieram também a perversão e o fetiche. O que as representações sexuais dos jogos revelam sobre nossa sociedade?

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Fora do Jogo #9: Video game e violência

Violência e video games são termos associados. Não somente pelas controvérsias que frequentemente surgem desde os anos 90. Mas pela própria temática: a maioria absoluta dos jogos dependem de mecânicas que envolvem a eliminação de inimigos. Qual a diferença entre violência cartunizada e violência explícita? Qual é o ponto em que violência em jogos deixa de ser formal e torna-se gratuita? O que a sociedade considera intolerável? E qual o real efeito que jogos de guerra, marciais ou violentos causam?

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Fora do Jogo #8: Video game e comunicação

A gente não percebe, mas a maior parte do contato que temos com o mundo dos video games é intermediado de alguma maneira. Seja através da publicidade que fabricantes e estúdios fazem de consoles e jogos, seja através da crítica e do noticiário. Comunicação é, portanto, parte fundamental da relação do video game com a sociedade, refletindo e moldando as visões do público sobre os jogos. E que visões são essas?

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Fora do Jogo #7: Video game e tecnologia

Até o advento dos smartphones, video games eram os aparelhos de tecnologia mais sofisticada que as pessoas costumavam ter em suas casas. O papo hoje é sobre a simbiose muito estreita entre jogos e tecnologia: o quanto o avanço de um possibilita o avanço do outro, o quanto o sucesso de um financia o outro, o quanto a ampla penetração de um forma o público do outro. Em outras palavras: video games são, usam e criam tecnologia.