Pouco Pixel Últimos episódios

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#58: Olha, sem as mãos!

Pra quê controlar seu jogo favorito com direcional e botões se podemos inventar moda? Abrimos o museu de aberrações com as mais bizarras tentativas de controles “alternativos” da história dos video games. Que tal mirar com a testa e atirar com gritos? Ou tentar fechar “Super Mario” pulando em um tapete? Por que, afinal, as fabricantes nunca desistiram de tentar empurrar suas maravilhosas invenções? Jogar em telas touch tem futuro?

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#57: Achei: MSX

Se os video games japoneses têm uma cara, ela se deve principalmente ao MSX. Relembramos esses computadores, que foram um enorme sucesso no Japão, no Brasil… e em mais nenhum outro lugar. Por que mesmo assim o MSX foi tão decisivo para a história dos jogos? Por que os games europeus erão tão, mas tão diferentes dos japoneses? E, principalmente: como era o ruído que nos permitia armazenar programas de computador em fitas cassetes e até discos de vinil?

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#56: Jogabilidade não é tudo, mas é 100%

Não basta um rostinho bonito: música, gráficos e historinha são legais, mas o que é jogo tem que ser jogado! Definimos o que, afinal, é jogabilidade, e explicamos por que esse é um aspecto fundamental para se avaliar video games. Existe diferença entre gameplay e mecânica? Jogos difíceis demais, com jogabilidade polêmica, podem ser considerados bons mesmo assim? Onde a jogabilidade se separa do storytelling em adventures e RPGs? O quê o Tite tem a ver com tudo isso?

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#55: Temos que pegar!

Só se fala de “Pokémon Go”. Mas a febre atual não surgiu esta semana – na verdade, ela começou há 20 anos e nunca arrefeceu. Usamos o passado para explicar o presente: o que fez a série “Pokémon” ser um sucesso tão duradouro desde os anos 90? É o instinto básico de colecionar? É a jogabilidade intrinsecamente portátil e coletiva que a Nintendo criou? Ou seria porque o Pikachu é tão fofinho? Faixa bônus: o renascimento da Nintendo!