Arquivo do mês: maio 2017

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#88: A arte do port

Ninguém gosta de falar disso, mas devemos admitir: a indústria dos video games é movida a ports. Conversamos sobre as adaptações de jogos de uma plataforma para outra que foram, por muito tempo, responsáveis pela maior parte do catálogo de consoles e computadores. Qual é o melhor jeito de se “traduzir” um game: ser o mais fiel possível ao original ou adaptar a jogabilidade às características da nova plataforma? Quais foram os ports mais bem sucedidos e os ports mais bizarros da história?

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#87: Aquele da Capcom

Se existir a régua de qualidade de jogos, ela certamente é a Capcom. Relembramos a história do estúdio mais prolífico e também mais caprichoso da história dos video games. Como eles conseguiram aliar qualidade com produção em massa de títulos nos mais diversos gêneros? Quais são suas franquias mais importantes? Por que a Capcom – “Street Fighter” à parte – parou de explorar suas séries de sucesso? Aliás… o que significa o nome “Capcom”?

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#86: XP, HP, RPG

RPG no papel é legal; no video game é mais legal ainda! Definimos o que faz um RPG ser diferente de um adventure ou de um jogo de ação de mundo aberto, rememoramos nossas épocas de jogadores de papel e caneta e descobrimos por que computadores podem tornar a diversão bem maior. No meio do caminho, conversamos com Felipe Pepe, organizador de um livro incrível que compila todos os RPGs eletrônicos desde o advento do gênero nos anos 70.

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#85: Meu jogo apodreceu!

Muitas vezes a saudade se transforma em decepção. Tentamos desvendar o misterioso fenômeno do apodrecimento dos video games: por que alguns jogos que adorávamos há 15, 20 anos, nos parecem agora tão ruins? Quem mudou, os jogos ou nós mesmos? O que apodrece mais rápido, storytelling ou gameplay? Qual o segredo do sucesso dos games que não envelhecem jamais? Por que diachos falamos tanto de adventures point-and-click?